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  • Foto do escritorRita Lança

Acompanhamento no luto

Ao longo da vida enfrentamos várias perdas que implicam lutos. O luto é uma reação a uma perda significativa, que envolve um forte vínculo.


Para além da morte de alguém querido ou de um animal de estimação, o luto refere-se também a outro tipo de perdas, como sejam, uma mudança profissional, mudança do local onde vivemos, um divórcio, entre outros.


Perante a perda é natural sentir tristeza, revolta, frustração, medo, vazio, saudade.

Pode ser muito doloroso enfrentar a realidade de viver sem aquela pessoa, circunstância, sentir-se o risco de desintegração, associado à incerteza que o novo contexto de vida gera.

Floresta à noite

Porquê é que é importante viver o luto?


Porque o luto também sou eu, faz parte da minha história e identidade. Percorrer o luto ajuda-nos a integrar a perda, a perspectivar o futuro e a ressignificar quem somos e a nossa relação com o mundo.


A dor e o sofrimento fazem parte da condição humana e evitá-los não nos ajuda a viver mais felizes. A investigação tem demonstrado que processos acompanhados tendem a favorecer lutos mais saudáveis.


A minha proposta é:

  • Olhar o processo da perda/luto integrado nos ciclos da nossa vida, à luz da ciclicidade da Natureza, e da busca de sentido;

  • Acompanhar a pessoa que está em fim de vida, bem como, o luto de familiares e cuidadores, antes, durante e no pós-morte.


O acompanhamento no luto em fim de vida favorece que a pessoa/família desfrutem do tempo presente com maior consciência e serenidade, possam resolver situações pendentes, minimiza arrependimentos futuros e contribui para uma melhor integração da perda.


Após a morte de um familiar, pessoa querida ou animal de estimação, o acompanhamento favorece uma melhor adaptação face à perda e redesenhar a vida face às novas circunstâncias.


Aquilo que eu ofereço:

  • Apoio emocional e espiritual;

  • Escuta contemplativa e compassiva;

  • Recurso ao corpo, à Natureza e à arte como mediadores no processo;

  • Foco nos recursos pessoais e sociais;

  • A ritualização como ferramenta integradora.


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